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Melatonina e Ciclo Menstrual: entenda a relação

À medida que o dia vai chegando ao fim, os olhos e o cérebro avisam a glândula pineal que é o momento de liberar a melatonina. Em contato com as células, o hormônio cumpre sua principal função e induz o corpo ao sono e ao jejum, regulando os ciclos circadianos (dormir-acordar). Sua produção é estimulada pela escuridão e inibida pela luz.

 Uma noite mal dormida pode afetar a liberação da substância e alterar o relógio biológico impactando diretamente, não só o humor, disposição e ânimo para o dia seguinte, mas também a produção dos hormônios reprodutivos que influenciam no processo de ovulação e menstruação, deixando o ciclo irregular.

Além disso, a melatonina é um poderoso antioxidante natural. Conforme envelhecemos ela atua para prevenir ou, até mesmo, retardar doenças relacionadas ao envelhecimento, aos radicais livres e aos processos inflamatórios. O balanço entre radicais livres e antioxidantes tem papel importante na maturação do óvulo (oócito) e na fertilização.

 A falta de melatonina está relacionada ainda com a endometriose e com a Falência Ovariana Prematura (FOP).

Assim como muitos hormônios, à medida em que envelhecemos e com a chegada da menopausa, sua produção diminui, sendo comum o aumento de episódios de insônia na terceira idade. Para repor a melatonina, é preciso consultar um profissional especializado para prescrever a dose correta, que costuma variar entre 2 e 10 mg.
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