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Os efeitos da Ocitocina

A ocitocina, conhecida por muitos como o “hormônio do amor” ou “hormônio do humor” é uma proteína fabricada pelo cérebro no hipotálamo e liberada pela neuro-hipófise na corrente sanguínea. A substância ganhou esse título por regular o humor e fortalecer os vínculos sociais, não necessariamente de natureza sexual.
 
Um estudo realizado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, em 2017, comprovou que a presença do hormônio melhora a cooperação e a confiança nos relacionamentos, habilidades fundamentais para a convivência em grupo.
 
No entanto, a substância ainda possui outros efeitos, entre eles:
 
Parto e lactação:
Nas mulheres, o hormônio é liberado antes e durante o parto, facilitando-o ao provocar as contrações que dilatam o colo do útero. Além disso, também age para criar o vínculo entre mãe e bebê e auxilia na descida do leite materno.
 
Estresse, ansiedade e depressão:
A substância tem efeito calmante e com isso diminui a resposta a estímulos sociais estressores e o medo, além de regular as emoções e o humor. Baixos níveis de ocitocina estão associados a depressão.
 
Comportamento social e sexual:
Melhora a capacidade de interação entre as pessoas, pois as sensações de segurança e confiança são acionadas. Além disso, o hormônio pode afetar o senso de altruísmo, tornando as pessoas mais generosas e empáticas.
 
No que diz respeito às relações sexuais, a ocitocina contribui para o vínculo, prazer e disposição sexual.
 
A boa notícia é que todas as pessoas têm capacidade de liberar ocitocina naturalmente, mas a sua variação e intensidade vai depender do estímulo e resposta de cada pessoa. Dentre as práticas para liberar o “hormônio do amor” estão: contato físico, abraços, massagens, leitura, música, boas ações, atos de generosidade, atividades físicas e muitas outras.
 
A ocitocina também pode ser ingerida em forma de cápsulas, líquida ou em spray, no entanto, deve ser utilizada somente segundo orientação médica.
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